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Aulas individuais por videochamada ou presenciais na Avenida Paulista, com o plano montado a partir do que você já sabe e do que você quer fazer em coreano.
Conte o que você precisa fazer em coreano e o prazo que você tem.
Uma conversa de quinze minutos costuma bastar para saber se a Lenguae é o que você precisa. E se não for, a gente diz.
A Lenguae ensina coreano desde 2005. O curso é individual e ao vivo: você tem aula com um professor que corrige o que você fala na hora, e não vídeo gravado nem exercício automático de aplicativo. As aulas acontecem por videochamada, de qualquer lugar do Brasil, ou presencialmente na nossa unidade da Avenida Paulista.
O curso vai do A1 ao C2, com base no Marco Comum Europeu, e não começa por um material padrão. Começa por onde você está. Quem chega no zero absoluto tem um caminho; quem já lê hangul e entende meia hora de drama sem legenda tem outro, bem mais adiantado do que costuma imaginar.
Cinco situações concentram quase todo mundo que chega aqui.
Você lê hangul, tem vocabulário de sobra e reconhece frase inteira de ouvido. Só que na hora de montar uma frase própria, não sai. É o ponto de parada mais comum deste idioma, e o mais rápido de destravar.
O TOPIK é aplicado no Brasil e o certificado vale para candidatura a universidade, bolsa e visto. Quem tem essa prova no horizonte precisa de precisão, e não só de vocabulário reconhecido.
Intercâmbio, graduação, pós ou bolsa do governo coreano. Nos programas em coreano, o idioma é o único filtro real.
Eletrônicos, automotivo, siderurgia, alimentos. Há operações coreanas grandes no estado de São Paulo, e a chefia costuma ser coreana de verdade, não só no organograma.
São Paulo abriga a maior comunidade coreana da América Latina, concentrada no Bom Retiro. Família, sogros, negócio, igreja: situações em que o português resolve metade da conversa.
Nas primeiras aulas o professor mapeia o seu nível em cada habilidade, separadamente. Em coreano esse mapeamento costuma reservar surpresa: quem estudou por conta chega com compreensão auditiva alta, leitura razoável, vocabulário grande e produção quase zerada. Não é nível A1, é um perfil torto que precisa ser endireitado, e isso é bem diferente de recomeçar.
A partir daí o plano cobre a distância até o seu objetivo, e o objetivo muda o percurso. Quem tem prova pela frente estuda com precisão gramatical e escrita desde cedo. Quem quer conversar estuda com mais produção oral e menos formalidade escrita. Os dois passam pelos mesmos níveis, em ordens diferentes.
Não existe grade fixa para você se encaixar. Como a aula é individual, o horário é acertado entre você e o professor: o atendimento acontece principalmente em horário comercial, e sábados ou faixas fora do comercial são combinados caso a caso.
A frequência funciona igual. Uma vez por semana para manter constância, ou carga maior quando existe prazo. E se a sua rotina muda de um mês para o outro, o curso acompanha em vez de virar falta acumulada.
A Lenguae foi fundada em 2005 e ensina coreano desde então, para alunos individuais e para empresas. Vinte anos dão tempo de ver o que funciona e o que só parece funcionar.
O que sobra de duas décadas fazendo isso é a parte pouco glamourosa e mais útil: saber em que ponto o aluno adulto costuma empacar, e o que fazer quando ele empaca.
A aula acontece por videochamada, com o mesmo professor, o mesmo plano e a mesma correção em tempo real da aula presencial. Funciona de qualquer cidade do Brasil e para quem já está na Coreia, com o fuso entrando na conta na hora de definir o horário. Ao vivo, sempre: não trabalhamos com aula gravada nem com trilha automática.
Todo o tempo de fala da aula é seu. Em coreano isso pesa, porque a correção de nível de fala e de partícula precisa acontecer na frase em que o erro aparece. É o formato padrão da Lenguae, não um upgrade cobrado à parte.
Nossa unidade fica na Avenida Paulista, 1842, a poucos minutos do metrô. Mesmo curso, mesmo plano, com a aula acontecendo na sala.
Quando existe data marcada — prova agendada, intercâmbio, mudança confirmada — a carga semanal aumenta e o plano é comprimido em torno do que a data exige. Você diz o prazo; a proposta volta com o que é possível fazer nele, e com o que não é.
O hangul completo, que sai em poucas semanas e às vezes em dias. A ordem da frase coreana, com o verbo no fim, e as partículas que marcam a função de cada palavra. Apresentar-se, números, e o nível de fala polido desde a primeira aula, porque é o que você vai usar com praticamente todo mundo.
Passado e futuro, pedidos, negativas, mais partículas. Conversa de rotina, leitura de cardápio, placa e mensagem curta. Começa a alternância consciente entre os níveis de fala, conforme com quem você está falando.
Conectivos, orações relativas, expressões de intenção e de dúvida. Sustentar conversa sobre assunto conhecido, narrar, opinar. É onde o coreano deixa de ser frase pronta e passa a ser construção própria.
Linguagem honorífica de ambiente profissional, reunião, apresentação, e-mail de trabalho. Leitura de notícia e de documento sem apoio constante de dicionário.
Registro, nuance, ironia, escrita formal, texto denso. Aparece também o hanja, os caracteres de origem chinesa que ainda circulam em contexto jornalístico e acadêmico.
Uso indistinguível de um falante nativo em contexto profissional, incluindo produção escrita de alto nível.
Comece pela melhor notícia que existe neste idioma: o hangul é o alfabeto mais fácil de aprender que você vai encontrar. Ele não surgiu por acaso ao longo dos séculos como os outros; foi projetado para ser aprendido rápido, e as letras têm o formato da posição da boca ao produzir o som. Dias a poucas semanas resolvem, e a partir daí você lê tudo. Se alguém te disse que a escrita é o grande obstáculo do coreano, te informaram mal.
A dificuldade está em outros três lugares.
O coreano muda a terminação do verbo conforme quem você é, com quem você fala e de quem você fala. Não é vocabulário de educação: é um sistema gramatical que atravessa toda frase. E aqui existe uma armadilha específica de quem aprendeu com drama e música: o que se absorve nesses conteúdos é quase sempre o registro informal, aquele que se usa entre amigos próximos e que não serve para chefe, professor, cliente, sogro ou desconhecido. Muita gente chega falando exatamente o jeito que não pode usar.
O verbo vai para o fim e a função de cada palavra é marcada por partícula, não por posição. Traduzir a estrutura do português não funciona em nenhuma frase, e é isso que explica ter vocabulário grande e produção travada.
O coreano distingue três versões de várias consoantes, e o ouvido brasileiro junta as três numa só. Isso muda palavras inteiras. Não se corrige lendo explicação: precisa de alguém ouvindo e ajustando, repetidas vezes, nas primeiras semanas.
[DEPOIMENTO PENDENTE — aluno de coreano]
Linha de contexto (ex.: assistia drama sem legenda e não conseguia montar uma frase)
[DEPOIMENTO PENDENTE — aluno online de fora de São Paulo]
Linha de contexto (ex.: precisava de coreano para trabalho ou estudo)
[DEPOIMENTO PENDENTE — terceiro caso]
Linha de contexto (ex.: precisava de coreano para trabalho ou estudo)
De 20 a 30 minutos, online ou na unidade da Paulista. Você conta o objetivo, o prazo e o que já estudou por conta.
O professor identifica onde você está em cada habilidade, separadamente. Se você aprendeu sozinho, essa etapa costuma ser a mais reveladora do processo inteiro, porque mostra o quanto já está pronto.
Objetivo, carga semanal, formato e horário, com a estrutura do plano. [PRAZO PENDENTE]
O plano começa a rodar e é ajustado ao longo do caminho, conforme o seu ritmo real aparece.
Ao vivo, todas. Você tem aula por videochamada com um professor, no horário combinado, e ele corrige o que você fala no momento em que você fala. Não trabalhamos com videoaula gravada nem com trilha automática de exercícios.
Conta bastante, e provavelmente mais do que você imagina. Compreensão auditiva e vocabulário são as duas coisas que mais demoram para construir do zero, e você já tem as duas. O que costuma faltar é estrutura para produzir frase própria e o domínio dos níveis de fala. A avaliação inicial separa o que já está pronto do que precisa ser construído, e o curso começa daí, não do alfabeto.
Difícil em lugar diferente do que se imagina. A escrita é a parte fácil: o hangul se aprende em dias ou poucas semanas. O trabalho pesado está nos níveis de fala, na ordem da frase e em alguns sons que o português não separa. Saber onde está a dificuldade muda a ordem em que as coisas são estudadas e economiza meses.
O curso começa pelo registro polido, que é o que funciona com quase todo mundo: colega, professor, atendente, chefe, gente que você acabou de conhecer. O informal entra depois, de forma consciente, junto com a noção de quando ele é apropriado e quando soa mal. Quem aprendeu sozinho costuma ter o caminho invertido, e reorganizar isso é uma das primeiras coisas que a gente faz.
Não. Boa parte dos alunos entra no zero absoluto. Como a aula é individual, o ponto de partida é o seu, sem turma para acompanhar, e as primeiras semanas são dedicadas ao hangul e à base de pronúncia.
O horário é combinado entre você e o professor. O atendimento acontece principalmente em horário comercial, e sábados ou horários fora dessa faixa são avaliados caso a caso. [PENDENTE: regra de remarcação — prazo de aviso e limite mensal]
Sim, e é procurado por operações de capital coreano com time que precisa falar com a matriz. A proposta corporativa tem carga e faturamento diferentes do individual. Coreano para empresas →
Sem custo e sem compromisso. Em 20 minutos a gente entende o seu objetivo e o seu prazo, e você recebe uma proposta com carga, formato e horário.