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Aulas individuais por videochamada ou presenciais na Avenida Paulista, com o plano de estudo montado a partir do que você precisa fazer em francês e de onde você vai usá-lo.
Conte o que você precisa fazer em francês e o prazo que você tem.
Uma conversa de quinze minutos costuma bastar para saber se a Lenguae é o que você precisa. E se não for, a gente diz.
A Lenguae ensina francês desde 2005. O curso é individual e ao vivo: você tem aula com um professor que corrige o que você fala na hora, e não vídeo gravado nem exercício automático de aplicativo. As aulas acontecem por videochamada, de qualquer lugar do Brasil, ou presencialmente na nossa unidade da Avenida Paulista.
O curso vai do A1 ao C2, com base no Marco Comum Europeu, e começa por uma pergunta simples: para onde esse francês vai. Quem está montando processo de imigração para o Canadá, quem vai defender tese em Paris e quem precisa conduzir reunião com a matriz em Lyon não estudam a mesma coisa, mesmo passando pelos mesmos níveis. O plano sai daí.
Cinco situações concentram quase todo mundo que chega aqui.
O Canadá seleciona candidatos especificamente por proficiência em francês, e o idioma virou o caminho mais curto para muita gente que não pontuava o suficiente só com inglês.
A França é um dos maiores investidores estrangeiros no Brasil, e a matriz não muda de idioma por gentileza numa reunião trimestral.
Graduação, mestrado ou doutorado. Universidade francesa costuma pedir comprovação de nível intermediário avançado, e o prazo do processo seletivo não espera.
DELF, TCF ou TEF, cada um para uma finalidade diferente. A escolha errada custa tempo e taxa de inscrição.
Lê notícia sem dificuldade, acompanha o texto da aula, e trava quando um francês abre a boca em velocidade normal. É a queixa mais comum deste idioma.
Nas primeiras aulas o professor mapeia o seu nível real em cada habilidade, que em francês costuma ser bem desigual: leitura confortável e compreensão oral travada é o cenário mais frequente. Junto disso, para onde o francês vai.
E aqui entra uma decisão que quase ninguém faz no começo, embora mude o curso inteiro: França ou Quebec. Sotaque, vocabulário e expressões são diferentes o suficiente para que um aluno preparado só com francês europeu chegue ao Canadá e não entenda a conversa no balcão. Se o seu destino é o Quebec, o curso trabalha com material e exposição do francês de lá desde cedo.
Quem tem prova marcada estuda numa ordem; quem precisa do idioma para trabalho estuda em outra. Os dois passam pelos mesmos níveis, com conteúdo diferente dentro de cada um.
Não existe grade fixa para você se encaixar. Como a aula é individual, o horário é acertado entre você e o professor: o atendimento acontece principalmente em horário comercial, e sábados ou faixas fora do comercial são combinados caso a caso.
A frequência funciona igual. Uma vez por semana para manter constância, ou carga maior quando existe prazo de processo seletivo ou data de prova. E se a sua agenda muda de um mês para o outro, o curso acompanha em vez de virar falta acumulada.
A Lenguae foi fundada em 2005 e ensina francês desde então, para alunos individuais e para empresas.
Vinte anos dão tempo de ver o que funciona e o que só parece funcionar.
O que sobra de duas décadas fazendo isso é a parte pouco glamourosa e mais útil: saber em que ponto o aluno adulto costuma empacar, e o que fazer quando ele empaca.
A aula acontece por videochamada, com o mesmo professor, o mesmo plano e a mesma correção em tempo real da aula presencial. Funciona de qualquer cidade do Brasil e para quem já está fora do país. Ao vivo, sempre: não trabalhamos com aula gravada nem com trilha automática.
Todo o tempo de fala da aula é seu. Sem esperar a vez, sem acompanhar o ritmo de uma turma, sem estudar um assunto que não interessa ao seu objetivo. É o formato padrão da Lenguae, não um upgrade cobrado à parte.
Nossa unidade fica na Avenida Paulista, 1842, a poucos minutos do metrô. Mesmo curso, mesmo plano, com a aula acontecendo na sala. Dá para alternar: presencial na semana em que você está no escritório, online na semana em que não está.
Quando existe data marcada — prova agendada, prazo de candidatura, mudança confirmada — a carga semanal aumenta e o plano é comprimido em torno do que a data exige. Você diz o prazo; a proposta volta com o que é possível fazer nele.
Antes de qualquer coisa, a relação entre o que se escreve e o que se fala, que em francês é a fonte de quase todo problema posterior. Presente do indicativo, apresentar-se, números, e o gênero dos substantivos, que em boa parte dos casos não coincide com o português.
Passado composto e imperfeito, rotina, e-mail curto. É aqui que a liaison aparece de vez e a frase falada deixa de ter fronteira audível entre as palavras. Sem trabalhar isso agora, a compreensão empaca no nível seguinte.
Subjuntivo, opinar com justificativa, narrar, sustentar conversa longa. O trabalho central é a compreensão em velocidade real, que é o degrau em que o autodidata quase sempre para.
Conduzir reunião, apresentar, argumentar, escrever documento profissional. É o nível que universidade francesa e os programas de imigração canadenses costumam exigir, e por isso o mais procurado da lista.
Registro, ironia, escrita acadêmica, e conforto com sotaques diferentes, do sul da França ao Quebec.
Uso indistinguível de um falante nativo em contexto profissional, incluindo texto denso e produção escrita de alto nível.
Comece pela boa notícia, porque ela é real e quase nunca é dita: o brasileiro tem vantagem na pronúncia do francês. As vogais nasais, que são o pesadelo de quem fala inglês, já existem em português. O r francês, que soa impossível para tanta gente, é praticamente o mesmo r de boa parte dos sotaques brasileiros. Você começa com meio caminho andado num ponto em que outros alunos penam por anos.
O francês é difícil em outro lugar, e é justamente onde ninguém avisa.
Você aprende a palavra na página, ouve a mesma palavra e não reconhece. Metade das letras não é pronunciada, e as que são mudam conforme o que vem depois. Só se resolve com exposição guiada ao áudio desde a primeira aula, e não a partir do intermediário.
As palavras grudam umas nas outras e a frase vira um bloco contínuo. Quem estudou só pelo livro entende cada palavra isolada e nenhuma frase inteira. É o motivo número um pelo qual gente com bom vocabulário trava numa conversa comum.
Em muitos casos ele é o oposto do português, e o erro contamina o artigo, o adjetivo e o pronome da frase toda. Precisa ser corrigido desde o A1, ou fossiliza.
Nenhum dos três se resolve lendo mais gramática. Os três se resolvem com alguém ouvindo e corrigindo, aula após aula.
[DEPOIMENTO PENDENTE — aluno de francês]
Linha de contexto pendente
[DEPOIMENTO PENDENTE — aluno online de fora de São Paulo]
Linha de contexto pendente
[DEPOIMENTO PENDENTE — terceiro caso]
Linha de contexto pendente
De 20 a 30 minutos, online ou na unidade da Paulista. Você conta o objetivo, o destino e o prazo; a gente pergunta o resto.
O professor identifica onde você está em cada habilidade, separadamente. Em francês a diferença entre o que você lê e o que você entende falado costuma ser grande, e é ela que define por onde o curso começa.
Objetivo, variante, carga semanal, formato e horário, com a estrutura do plano. [PRAZO PENDENTE]
O plano começa a rodar e é ajustado ao longo do caminho, conforme o seu ritmo real aparece.
Ao vivo, todas. Você tem aula por videochamada com um professor, no horário combinado, e ele corrige o que você fala no momento em que você fala. Não trabalhamos com videoaula gravada nem com trilha automática de exercícios.
Menos do que você imagina em pronúncia, e mais do que esperam em compreensão. As vogais nasais e o r já existem no português, o que dá vantagem ao brasileiro. O trabalho pesado é entender o francês falado, porque a escrita e a fala divergem muito. É por isso que o áudio entra desde a primeira aula aqui, e não a partir do intermediário.
O que você vai usar. Se o seu destino é o Canadá, o curso trabalha com o francês quebequense desde cedo, porque sotaque e vocabulário são diferentes o bastante para atrapalhar quem chega preparado só com o francês europeu. Definimos isso na conversa inicial.
Não. O curso começa no A1 e boa parte dos alunos entra do zero. Como a aula é individual, o ponto de partida é o seu, sem turma para acompanhar.
Nos dois casos a exigência costuma estar no intermediário avançado, e cada processo aceita uma prova diferente. O nível-alvo e o exame certo são definidos na conversa inicial, antes de montar o plano. Preparatório TCF · Preparatório DELF e DALF →
O horário é combinado entre você e o professor. O atendimento acontece principalmente em horário comercial, e sábados ou horários fora dessa faixa são avaliados caso a caso. [PENDENTE: regra de remarcação — prazo de aviso e limite mensal]
Sim. O formato corporativo tem proposta, carga e faturamento diferentes do individual. Francês para empresas →
Sem custo e sem compromisso. Em 20 minutos a gente entende o seu objetivo, o seu destino e o seu prazo, e você recebe uma proposta com carga, formato e horário.