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Aulas individuais por videochamada ou presenciais na Avenida Paulista, com escrita, fala e leitura trabalhadas juntas desde a primeira aula.
Conte o que você precisa fazer em japonês e o prazo que você tem.
Uma conversa de quinze minutos costuma bastar para saber se a Lenguae é o que você precisa. E se não for, a gente diz.
A Lenguae ensina japonês desde 2005, em São Paulo, que abriga a maior comunidade japonesa fora do Japão. O curso é individual e ao vivo: você tem aula com um professor que corrige o que você fala na hora, e não vídeo gravado nem exercício automático de aplicativo. As aulas acontecem por videochamada, de qualquer lugar do Brasil, ou presencialmente na nossa unidade da Avenida Paulista.
O curso vai do A1 ao C2, com base no Marco Comum Europeu, e não começa por um material padrão. Começa pelo que você precisa fazer em japonês. Trabalhar no Japão exige uma coisa; falar com a matriz de uma empresa japonesa aqui exige outra; sustentar conversa com a família exige uma terceira. O plano sai daí.
Cinco situações concentram quase todo mundo que chega aqui.
O visto de descendente não exige japonês. O tipo de trabalho que você consegue lá exige, e é essa diferença que decide como vão ser os primeiros anos.
Entende o que os avós falam, responde em português, nunca estudou formalmente. E o japonês de casa costuma ser um recorte regional e antigo do idioma, distante do que se fala no Japão hoje.
Automotivo, eletrônicos, alimentos, tradings. Reunião com a matriz, relatório, visita de auditoria. Aqui o problema não é conversar: é o registro formal.
Graduação, pós, pesquisa. Nos programas ministrados em japonês, o idioma é o único filtro real.
Lê os dois silabários, tem vocabulário de sobra por anos de exposição, e não consegue montar uma frase completa nem escrever um e-mail. É a interrupção mais comum deste idioma.
Nas primeiras aulas o professor mapeia o seu nível em cada habilidade, separadamente, e junto disso o que você precisa fazer em japonês. Em japonês essas habilidades andam especialmente descoladas: é comum entender bem e não produzir nada, ou falar razoavelmente e não ler.
O plano cobre a distância entre uma coisa e outra, e define desde o início quanto peso a escrita vai ter. Quem precisa de e-mail profissional e leitura de documento tem uma dosagem; quem quer conversar com a família tem outra. Os dois aprendem a escrever, mas em ritmos diferentes.
Não existe grade fixa para você se encaixar. Como a aula é individual, o horário é acertado entre você e o professor: o atendimento acontece principalmente em horário comercial, e sábados ou faixas fora do comercial são combinados caso a caso.
A frequência funciona igual. Uma vez por semana para manter constância, ou carga maior quando existe prazo. Japonês responde bem a sessões mais frequentes e mais curtas, principalmente na fase de escrita, e isso entra na proposta.
A Lenguae foi fundada em 2005 e ensina japonês desde então, para alunos individuais e para empresas. Vinte anos dão tempo de ver o que funciona e o que só parece funcionar.
O que sobra de duas décadas fazendo isso é a parte pouco glamourosa e mais útil: saber em que ponto o aluno adulto costuma empacar, e o que fazer quando ele empaca.
A aula acontece por videochamada, com o mesmo professor, o mesmo plano e a mesma correção em tempo real da aula presencial. Funciona de qualquer cidade do Brasil e para quem já está no Japão, com o fuso entrando na conta na hora de definir o horário. Ao vivo, sempre: não trabalhamos com aula gravada nem com trilha automática.
Todo o tempo de fala da aula é seu. Em japonês isso pesa, porque a correção de partícula e de registro precisa acontecer na frase em que o erro aparece, e não numa devolutiva coletiva na semana seguinte. É o formato padrão da Lenguae, não um upgrade cobrado à parte.
Nossa unidade fica na Avenida Paulista, 1842, a poucos minutos do metrô e a uma caminhada da Liberdade. Mesmo curso, mesmo plano, com a aula acontecendo na sala.
Quando existe data marcada — transferência, início de programa, mudança confirmada — a carga semanal aumenta e o plano é comprimido em torno do que a data exige. Você diz o prazo; a proposta volta com o que é possível fazer nele, e com o que não é.
Hiragana e katakana completos, que são a base de tudo e levam semanas, não anos. A ordem da frase japonesa, com o verbo no fim, e as partículas que marcam a função de cada palavra. Apresentar-se, números, os primeiros kanji do cotidiano.
Passado, pedidos, negativas, formas polidas. Conversa de rotina, leitura de placas, cardápio e mensagens curtas. O volume de kanji começa a crescer de forma estruturada, por campo de uso e não por lista solta.
Alternância entre forma simples e forma polida, orações relativas, conectivos. Sustentar conversa sobre assunto conhecido, narrar, opinar. É o nível em que o japonês deixa de ser frase pronta e passa a ser construção própria.
O keigo, com a distinção entre linguagem respeitosa e linguagem humilde, que é o que separa quem fala japonês de quem trabalha em japonês. E-mail profissional, reunião, leitura de documento formal.
Registro, nuance, texto denso, escrita formal. Conforto com variação regional e com o japonês escrito em contextos técnicos.
Uso indistinguível de um falante nativo em contexto profissional, incluindo produção escrita de alto nível.
Antes das dificuldades, uma que não é: a pronúncia. O japonês tem cinco vogais praticamente iguais às do português e sílabas quase todas abertas. O brasileiro pronuncia japonês com naturalidade que falante de inglês leva anos para alcançar. Isso é vantagem real e ninguém avisa.
A dificuldade está em três lugares, e cada um tem um tratamento diferente.
Aqui vale desarmar um mito: hiragana e katakana levam semanas, não anos, e depois deles você já lê o suficiente para não depender de transliteração. O kanji é o trabalho longo, e é onde a maioria desiste, quase sempre por ter tentado decorar listas soltas em vez de aprender por campo de uso. A escrita entra desde a primeira aula justamente para não virar uma montanha adiada.
O verbo vai para o fim e a função de cada palavra é marcada por partícula, não por posição. Traduzir a estrutura do português não funciona em nenhuma frase, e é por isso que quem aprendeu de ouvido tem vocabulário grande e produção travada.
A linguagem de respeito não é um detalhe de etiqueta: é um sistema de formas verbais próprio, e sem ele você pode conversar bem e ainda assim ser inviável numa empresa japonesa. É a diferença mais visível entre japonês de conversa e japonês de trabalho.
Vale saber de uma coisa sobre certificação, porque ela orienta muita gente sem que ninguém explique: o exame de proficiência mais conhecido mede compreensão de leitura, vocabulário, gramática e escuta, e não tem seção de fala nem de redação. Ele é uma boa medida do que mede. Só não é medida de conversa, e quem estuda só para ele costuma descobrir isso tarde.
[DEPOIMENTO PENDENTE — aluno de japonês]
Linha de contexto (ex.: estava sendo transferido para o Japão e não escrevia um e-mail)
[DEPOIMENTO PENDENTE — aluno online de fora de São Paulo]
Linha de contexto (ex.: precisava de japonês para trabalho ou estudo)
[DEPOIMENTO PENDENTE — terceiro caso]
Linha de contexto (ex.: precisava de japonês para trabalho ou estudo)
De 20 a 30 minutos, online ou na unidade da Paulista. Você conta o objetivo, o prazo e quanto de escrita a sua situação exige.
O professor identifica onde você está em cada habilidade, separadamente. Em japonês essa etapa importa mais do que parece: entender, falar, ler e escrever costumam estar em níveis bem diferentes.
Objetivo, peso da escrita, carga semanal, formato e horário, com a estrutura do plano. [PRAZO PENDENTE]
O plano começa a rodar e é ajustado ao longo do caminho, conforme o seu ritmo real aparece.
Ao vivo, todas. Você tem aula por videochamada com um professor, no horário combinado, e ele corrige o que você fala no momento em que você fala. Não trabalhamos com videoaula gravada nem com trilha automática de exercícios.
Você começa por hiragana e katakana, que levam semanas. O kanji entra logo em seguida, em pequenas doses e organizado por campo de uso, e não como lista para decorar. Adiar a escrita parece mais fácil no primeiro mês e cobra caro no sexto, porque tudo o que você quer ler depende dela.
Difícil em outro lugar do que as pessoas imaginam. A pronúncia é a parte fácil para quem fala português. O trabalho pesado está na escrita, na ordem da frase e, mais adiante, no keigo. Saber onde a dificuldade está é metade do problema resolvido, porque muda a ordem em que as coisas são estudadas.
Conta, e muda o ponto de partida. Mas o japonês de casa costuma ser um recorte regional e de outra época, com vocabulário que não é o de uso corrente no Japão hoje. A avaliação inicial separa o que já está pronto do que precisa ser atualizado, e isso acelera bastante o começo.
Dá, e a gente monta assim se for esse o seu objetivo. Vale saber o que isso custa: sem os silabários você fica dependente de transliteração, o que limita o material disponível e trava a leitura de qualquer coisa no Japão, de placa a mensagem de celular. Por isso o padrão é incluir a escrita, com o peso ajustado à sua necessidade.
O horário é combinado entre você e o professor. O atendimento acontece principalmente em horário comercial, e sábados ou horários fora dessa faixa são avaliados caso a caso. [PENDENTE: regra de remarcação — prazo de aviso e limite mensal]
Sim, e é comum em empresa de capital japonês com equipe que precisa falar com a matriz. O formato corporativo tem proposta, carga e faturamento diferentes do individual. Japonês para empresas →
Sem custo e sem compromisso. Em 20 minutos a gente entende o seu objetivo e o seu prazo, e você recebe uma proposta com carga, formato e horário.