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Curso de árabe online, ao vivo, do zero ao avançado

Aulas individuais por videochamada ou presenciais na Avenida Paulista, no árabe padrão ou no dialeto que você precisa falar, com o plano montado a partir do seu objetivo.

Conte o que você precisa fazer em árabe e o prazo que você tem.

Conte seu objetivo. A gente monta o caminho.

Uma conversa de quinze minutos costuma bastar para saber se a Lenguae é o que você precisa. E se não for, a gente diz.

A Lenguae ensina árabe desde 2005. O curso é individual e ao vivo: você tem aula com um professor que corrige o que você fala na hora, e não vídeo gravado nem exercício automático de aplicativo. As aulas acontecem por videochamada, de qualquer lugar do Brasil, ou presencialmente na nossa unidade da Avenida Paulista.

O curso vai do A1 ao C2 e começa por uma pergunta simples: você quer falar ou quer ler. O árabe escrito é praticamente o mesmo em todo o mundo árabe, e é o da imprensa, dos documentos e dos textos clássicos. O falado muda de região para região, e é o que se usa em casa e na rua. Quem quer conversar com a família libanesa estuda de um jeito; quem vai ler um contrato ou negociar com o Golfo estuda de outro. A conversa inicial serve para acertar isso antes de escolher qualquer material.

Aluno praticando escrita árabe em aula particular

Para quem é o curso de árabe da Lenguae

Cinco situações concentram quase todo mundo que chega aqui.

Descendente que quer falar com a própria família

O Brasil abriga uma das maiores comunidades de origem árabe fora do mundo árabe, e a maior parte dela nunca aprendeu o idioma. Aqui o objetivo é claro: conversar com avós, tios e primos, no dialeto que se fala na casa deles.

Quem exporta ou negocia com países árabes

Alimentos, proteína, açúcar, café, insumos. O Brasil é um dos principais fornecedores de alimentos da região, e essa relação é conduzida quase toda por inglês e por intermediário.

Quem vai morar ou trabalhar em país árabe

Transferência, contrato, projeto. O inglês cobre o ambiente corporativo e não cobre nada do que acontece fora dele.

Quem estuda o idioma por motivo religioso

Leitura e compreensão de textos em árabe clássico, com o percurso montado para esse objetivo específico.

Quem pesquisa, lê ou traduz

História, relações internacionais, literatura, jornalismo. Bibliografia que existe e não está toda traduzida.

Como a Lenguae monta o seu curso de árabe

01

O plano parte do seu objetivo, não de um material padrão

A primeira definição é a variedade. Árabe padrão, se o seu objetivo passa por ler, escrever, acompanhar imprensa ou trabalhar com documento. Dialeto falado, se o seu objetivo é conversar com pessoas de uma região específica. É comum alguém descobrir tarde que passou meses na variedade que não vai usar, e essa é uma perda fácil de evitar logo no começo.

Feita essa escolha, o professor mapeia o seu nível em cada habilidade, separadamente, e o plano cobre a distância até onde você precisa chegar. Vale saber que os dois caminhos conversam: a escrita do padrão sustenta a leitura em qualquer variedade, e boa parte do vocabulário é compartilhada. Não é escolher um e perder o outro; é escolher por onde começar.

02

Você combina o horário e a frequência das aulas

Não existe grade fixa para você se encaixar. Como a aula é individual, o horário é acertado entre você e o professor: o atendimento acontece principalmente em horário comercial, e sábados ou faixas fora do comercial são combinados caso a caso.

A frequência funciona igual. Uma vez por semana para manter constância, ou carga maior quando existe prazo. Na fase inicial de escrita e de sons, encontros mais frequentes rendem mais do que uma aula longa por semana, e isso entra na proposta.

03

Um método rodando há mais de 20 anos

A Lenguae foi fundada em 2005 e ensina árabe desde então, para alunos individuais e para empresas. Vinte anos dão tempo de ver o que funciona e o que só parece funcionar.

O que sobra de duas décadas fazendo isso é a parte pouco glamourosa e mais útil: saber em que ponto o aluno adulto costuma empacar, e o que fazer quando ele empaca.

Formatos do curso de árabe e horários

Aulas de árabe online, ao vivo

A aula acontece por videochamada, com o mesmo professor, o mesmo plano e a mesma correção em tempo real da aula presencial. Funciona de qualquer cidade do Brasil, o que resolve um problema prático deste idioma: curso de árabe com professor é raro fora dos grandes centros, e online essa restrição deixa de existir.

Aulas particulares de árabe

Todo o tempo de fala da aula é seu. Em árabe isso decide o resultado nas primeiras semanas, porque há sons que não existem em português e que só se aprendem com alguém ouvindo e ajustando, repetidas vezes. É o formato padrão da Lenguae, não um upgrade cobrado à parte.

Curso de árabe presencial em São Paulo

Nossa unidade fica na Avenida Paulista, 1842, a poucos minutos do metrô. Mesmo curso, mesmo plano, com a aula acontecendo na sala.

Curso intensivo de árabe

Quando existe data marcada — viagem, transferência, projeto, prazo acadêmico — a carga semanal aumenta e o plano é comprimido em torno do que a data exige. Você diz o prazo; a proposta volta com o que é possível fazer nele, e com o que não é.

Do A1 ao C2: o que você aprende em cada nível de árabe

As vinte e oito letras e as formas que cada uma assume conforme a posição na palavra. Leitura com as vogais curtas marcadas, escrita da direita para a esquerda, apresentar-se, números. E o sistema de raízes, que entra desde cedo porque é ele que organiza o vocabulário inteiro.

Passado e presente, plural, frases do cotidiano. Começa a leitura sem as vogais curtas marcadas, que é o formato real dos textos, e por isso vocabulário e leitura passam a crescer juntos.

As formas verbais derivadas, que multiplicam o vocabulário a partir de uma mesma raiz. Frase complexa, narrativa, leitura de texto jornalístico simples, conversa sustentada sobre assunto conhecido.

Reunião, apresentação, correspondência profissional, leitura de imprensa e de documento sem apoio constante de dicionário.

Registro, texto literário e acadêmico, escrita formal, nuance. Conforto com variação regional na fala.

Uso indistinguível de um falante nativo em contexto profissional, incluindo produção escrita de alto nível.

O que trava a maioria dos brasileiros no árabe

Duas coisas jogam a favor de quem fala português, e as duas costumam ser descobertas tarde demais para servirem de estímulo.

Você já sabe mais árabe do que imagina. Açúcar, azeite, alface, almofada, azulejo, alfândega, armazém, algodão, xarope, algarismo, álcool, arroz. Séculos de presença árabe na Península Ibérica deixaram centenas de palavras no português, e reconhecê-las na origem dá uma sensação de terreno conhecido logo na primeira semana.

E o vocabulário se constrói por sistema, não por memória. O árabe organiza as palavras em torno de raízes de três consoantes, e cada raiz gera famílias inteiras com padrões previsíveis. Da raiz de “escrever” saem livro, escritório, escritor e biblioteca. Entendido o mecanismo, aprender uma palavra passa a entregar outras cinco de brinde.

A dificuldade real está em três pontos.

A escrita, e principalmente o que ela não mostra

As letras mudam de forma conforme a posição na palavra, o que se resolve em semanas. O que leva mais tempo é que os textos normalmente não marcam as vogais curtas: você precisa conhecer a palavra para lê-la. Por isso leitura e vocabulário crescem juntos, e por isso a escrita entra desde a primeira aula.

Os sons que não existem em português

São poucos, mas são físicos, e não se aprendem por explicação escrita. Precisam de alguém ouvindo e corrigindo no momento, várias vezes, nas primeiras semanas. É a parte do curso que mais depende do formato individual.

E a distância entre o que se escreve e o que se fala

Quem estuda só o padrão lê bem e depois descobre que a conversa na casa da família não acontece nele. Quem estuda só o dialeto conversa e não lê. Não é um defeito do idioma; é uma característica dele, e a única forma de não ser pego de surpresa é decidir a rota antes de começar.

O que dizem os alunos

Classificado como 5 de 5

[DEPOIMENTO PENDENTE — aluno de árabe]

Nome S.

Linha de contexto (ex.: queria conversar com meu avô antes que fosse tarde)

Classificado como 5 de 5

[DEPOIMENTO PENDENTE — aluno online de fora de São Paulo]

Nome S.

Linha de contexto (ex.: precisava de árabe para trabalho ou estudo)

Classificado como 5 de 5

[DEPOIMENTO PENDENTE — terceiro caso]

Nome S.

Linha de contexto (ex.: precisava de árabe para trabalho ou estudo)

Como começar o seu curso de árabe

01

Agende uma conversa

De 20 a 30 minutos, online ou na unidade da Paulista. Você conta o objetivo, o prazo e com quem ou para que vai usar o idioma.

02

Definição da variedade e avaliação de nível

Primeiro decidimos entre árabe padrão e dialeto falado, e qual dialeto. Depois o professor identifica onde você está em cada habilidade. Essa ordem importa: a escolha da variedade muda o material desde a primeira aula.

03

Proposta do curso

Variedade, objetivo, peso da escrita, carga semanal, formato e horário, com a estrutura do plano. [PRAZO PENDENTE]

04

Primeira aula

O plano começa a rodar e é ajustado ao longo do caminho, conforme o seu ritmo real aparece.

Perguntas frequentes sobre o curso de árabe

Ao vivo, todas. Você tem aula por videochamada com um professor, no horário combinado, e ele corrige o que você fala no momento em que você fala. Não trabalhamos com videoaula gravada nem com trilha automática de exercícios.

Precisa escolher por onde começar, e essa é a decisão mais importante do curso. O árabe padrão é o da escrita, da imprensa, dos documentos e dos textos clássicos. Os dialetos são o que se fala no dia a dia e variam de região para região. Quem quer conversar com a família precisa do dialeto dela; quem vai ler, escrever ou trabalhar com documento precisa do padrão. As duas rotas compartilham muito vocabulário, então começar por uma não fecha a porta da outra.

Menos do que parece. São vinte e oito letras, e a parte que assusta — cada letra mudando de forma conforme a posição na palavra — se resolve em algumas semanas de leitura guiada. O que leva mais tempo é ler sem as vogais curtas marcadas, que é como os textos aparecem de verdade. Isso vem junto com o vocabulário e não antes dele.

Não. A maior parte dos alunos entra no zero absoluto. Como a aula é individual, o ponto de partida é o seu, sem turma para acompanhar, e as primeiras semanas são dedicadas à escrita e aos sons que sustentam todo o resto.

Depende da variedade escolhida, do seu ponto de partida e da carga semanal. Conversação em dialeto costuma dar sinal de progresso mais cedo do que leitura fluente em árabe padrão, porque não depende de dominar a escrita antes. Na conversa inicial, com a avaliação feita, conseguimos dar uma estimativa em vez de um número de catálogo.

O horário é combinado entre você e o professor. O atendimento acontece principalmente em horário comercial, e sábados ou horários fora dessa faixa são avaliados caso a caso. [PENDENTE: regra de remarcação — prazo de aviso e limite mensal]

Sim. É procurado principalmente por empresas exportadoras com fluxo constante para o Oriente Médio e o Norte da África. A proposta corporativa tem carga e faturamento diferentes do individual. Árabe para empresas →

Agende uma conversa e receba a proposta do seu curso de árabe

Sem custo e sem compromisso. Em 20 minutos a gente entende o seu objetivo e o seu prazo, e você recebe uma proposta com variedade, carga, formato e horário.