Início » Curso de Idiomas » Curso de Holandês
Aulas individuais por videochamada ou presenciais na Avenida Paulista, com o plano de estudo montado a partir do prazo e do objetivo que você tem na Holanda ou na Bélgica.
Conte o que você precisa fazer em holandês e o prazo que você tem.
Uma conversa de quinze minutos costuma bastar para saber se a Lenguae é o que você precisa. E se não for, a gente diz.
A Lenguae ensina holandês desde 2005. O curso é individual e ao vivo: você tem aula com um professor que corrige o que você fala na hora, e não vídeo gravado nem exercício automático de aplicativo. As aulas acontecem por videochamada, de qualquer lugar do Brasil ou do exterior, ou presencialmente na nossa unidade da Avenida Paulista.
O curso vai do A1 ao C2, com base no Marco Comum Europeu, e começa por duas perguntas: para onde você vai e com que prazo. Quem recebeu carta da DUO com data para se integrar estuda de um jeito; quem foi transferido a trabalho para Eindhoven e quem vai fazer mestrado em Delft estudam de outro. O plano sai daí.
Cinco situações concentram quase todo mundo que chega aqui.
A carta chegou, o prazo começou a correr e o holandês virou requisito com data, não escolha.
Amsterdã, Roterdã, Eindhoven, Haia. O escritório funciona em inglês, e tudo em volta dele não.
Mestrado, doutorado ou graduação. Aqui o nível exigido é bem mais alto do que o da integração, e o prazo costuma ser mais curto.
Família, cartório, escola das crianças, médico. As situações em que ninguém troca para o inglês por educação.
Funcionou por anos. Aí veio o pedido de permanência ou de naturalização e o idioma deixou de ser opcional.
Em holandês a primeira coisa a definir não é o material: é o nível que você precisa alcançar. E ele não é o mesmo para todo mundo. Depende da data e do tipo da sua autorização de residência, e do que vem depois — permanência, naturalização, universidade ou registro profissional. Muita gente estuda meses mirando o nível errado por ter lido uma resposta genérica na internet.
Definido isso, o professor mapeia onde você está hoje em cada habilidade e monta o plano em torno do prazo. Quem tem data marcada estuda numa ordem; quem se mudou sem prazo e quer autonomia no dia a dia estuda em outra.
Não existe grade fixa para você se encaixar. Como a aula é individual, o horário é acertado entre você e o professor: o atendimento acontece principalmente em horário comercial, e sábados ou faixas fora do comercial são combinados caso a caso.
Isso vale também para quem já está na Europa. O fuso entra na conta na hora de definir o horário, e o curso continua o mesmo depois da mudança, com o mesmo professor e o mesmo plano.
A Lenguae foi fundada em 2005 e ensina holandês desde então, para alunos individuais e para empresas. [PROVA PENDENTE: nº de alunos, nº de empresas atendidas ou outro número que a operação confirme]
O que sobra de duas décadas fazendo isso é a parte pouco glamourosa e mais útil: saber em que ponto o aluno adulto costuma empacar, e o que fazer quando ele empaca.
A aula acontece por videochamada, com o mesmo professor e a mesma correção em tempo real da aula presencial. Funciona de qualquer cidade do Brasil e de qualquer lugar do mundo, o que importa aqui mais do que em qualquer outro idioma: quem começa em São Paulo continua o curso depois de desembarcar em Amsterdã, sem trocar de escola e sem recomeçar.
Todo o tempo de fala da aula é seu. Sem esperar a vez, sem acompanhar o ritmo de uma turma, sem estudar um assunto que não interessa ao seu objetivo. É o formato padrão da Lenguae, não um upgrade cobrado à parte.
Nossa unidade fica na Avenida Paulista, 1842, a poucos minutos do metrô. Mesmo curso, mesmo plano, com a aula acontecendo na sala. Faz sentido principalmente para quem ainda está no Brasil, na fase de preparação da mudança.
É o formato mais procurado neste idioma, porque quase sempre existe uma data: prazo de integração, início de curso na universidade, mudança marcada. A carga semanal aumenta e o plano é comprimido em torno do que a data exige. Você diz o prazo; a proposta volta com o que é possível fazer nele.
Os sons que não existem em português, a começar pelo g e pelo ch, que são físicos e precisam de treino desde a primeira aula. Presente do indicativo, apresentar-se, números, e a ordem básica da frase holandesa, que já na afirmativa simples não é a portuguesa.
Passado, rotina, e-mail curto, entender atendimento em balcão e telefone. É aqui que os artigos de e het começam a ser cobrados de verdade, e não existe regra que resolva: é memorização acompanhada, palavra a palavra, desde o começo.
As orações subordinadas, que mandam o verbo para o fim da frase e são o ponto em que a maioria trava. Sustentar conversa em ritmo normal, opinar, lidar com burocracia e serviços sem trocar para o inglês.
Reunião de trabalho, apresentação, texto profissional, discordar sem soar rude. É o nível que universidade e registro profissional costumam pedir, e é bem acima do que a integração exige.
Registro, ironia, variação entre o holandês dos Países Baixos e o da Flandres. Você acompanha rádio, reunião longa e texto denso sem esforço consciente.
Uso indistinguível de um falante nativo em contexto profissional, incluindo produção escrita de alto nível.
O holandês não é um idioma difícil por acaso. Ele é difícil em pontos específicos, e todos eles aparecem cedo.
É o obstáculo real, e não a pronúncia. O verbo muda de lugar conforme o tipo de frase, e nas subordinadas vai para o fim. Não dá para contornar traduzindo do português: a estrutura precisa ser construída do zero, com repetição guiada, ou o aluno fossiliza uma versão aportuguesada que os holandeses entendem e que trava qualquer avanço a partir do B1.
Dois artigos, nenhuma regra confiável, e o gênero errado contamina o adjetivo e o pronome da frase inteira. Se não for corrigido desde o A1, vira erro permanente.
Ele não existe em português e não se aprende lendo explicação. Precisa de alguém ouvindo e ajustando, na hora, várias vezes.
Existe ainda um problema que não é do idioma e sim de onde se aprende: quase todo curso de holandês ensina holandês em holandês ou em inglês. Para um brasileiro que está no zero, ter a explicação gramatical em português economiza meses. [CONFIRMAR com o cliente antes de publicar este parágrafo]
[DEPOIMENTO PENDENTE — aluno de holandês]
Linha de contexto (ex.: tinha prazo de integração e um ano para chegar ao nível)
[DEPOIMENTO PENDENTE — aluno online de fora de São Paulo]
Linha de contexto (ex.: precisava de holandês para trabalho ou estudo)
[DEPOIMENTO PENDENTE — terceiro caso]
Linha de contexto (ex.: precisava de holandês para trabalho ou estudo)
De 20 a 30 minutos, online ou na unidade da Paulista. Você conta para onde vai, com que prazo e o que precisa comprovar.
Primeiro definimos onde você precisa chegar, depois medimos onde você está. Nessa ordem, porque em holandês o alvo muda tudo.
Nível-alvo, carga semanal, formato e horário, com a estrutura do plano até a data. [PRAZO PENDENTE]
O plano começa a rodar e é ajustado ao longo do caminho, conforme o seu ritmo real aparece.
Ao vivo, todas. Você tem aula por videochamada com um professor, no horário combinado, e ele corrige o que você fala no momento em que você fala. Não trabalhamos com videoaula gravada nem com trilha automática de exercícios.
Fala mesmo, e no dia a dia social o inglês resolve. O que ele não resolve é a parte que tem prazo: integração, pedido de permanência, naturalização. Nada disso aceita inglês. Fora isso, escola, saúde, órgão público e boa parte do mercado de trabalho funcionam em holandês, e é aí que a diferença aparece depois de alguns meses morando lá.
Depende da data e do tipo da sua autorização de residência, e do que você quer fazer depois. Não existe uma resposta única, e é por isso que definimos o nível-alvo na conversa inicial, antes de montar qualquer plano. Sobre o tempo, ele varia com o ponto de partida e com a carga semanal que você consegue manter; com a avaliação feita, conseguimos dar uma estimativa em vez de um número de catálogo. Preparatório para o Inburgering →
Não. A maior parte dos alunos entra no zero absoluto, e o curso é montado a partir daí. Como a aula é individual, não existe turma para acompanhar nem ponto de partida imposto.
O horário é combinado entre você e o professor, e o fuso entra na conta. O atendimento acontece principalmente em horário comercial no Brasil, e sábados ou faixas fora do comercial são avaliados caso a caso. [PENDENTE: regra de remarcação — prazo de aviso e limite mensal]
Sim, e é o que a maioria faz. O curso não muda quando você troca de país: mesmo professor, mesmo plano, só o horário é reajustado ao fuso.
Sim. O formato corporativo tem proposta, carga e faturamento diferentes do individual. Holandês para empresas →
Sem custo e sem compromisso. Em 20 minutos a gente entende para onde você vai, com que prazo, e você recebe uma proposta com nível-alvo, carga, formato e horário.